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Fisioterapia Vol 1 & 2
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Complexo do Quadril #03

ROTAÇÃO DO QUADRIL


As rotações de quadril ocorrem no eixo longitudinal do osso do fêmur no eixo vertical, neste condições seria o movimento que leva a ponta do pé para fora e quando se roda externamente, e roda o pé para dentro quando roda internamente, isto quando o joelho está em extensão.


Entretanto na posição que utilizamos para avaliar as rotações, é preferível que os joelhos estejam em flexão e o sujeito em decúbito ventral ou em prono como preferirem, também é possível realizar esta avaliação com o sujeito sentado na borda da maca.


Em decúbito ventral a rotação interna tem uma amplitude que varia entre 30-40º já a rotação externa, vemos a perna ir para medial, a amplitude é de cerca de 60º, os mesmo valores devem ser apresentados em posturas sentadas.

Já na posição de sentado com pernas cruzadas, dizíamos quando criança sentados como índio, a rotação externa é combinada com a flexão de quadril que ultrapassa os 90º graus, os praticantes de Yoga conseguem levar essa postura até a postura de lótus, onde os ângulos de rotação externa deixam os eixos das pernas em paralelo.


A CIRCUNDAÇÃO DO QUADRIL


Assim como falamos na sequência de posts sobre o ombro, os quadris também possuem três graus de liberdade, então o movimento combinado nestes três eixos leva a uma circundução. Mas diferente do ombro que desenhava no espaço algo similar a um sombrero, o quadril pode desenhar um cone, cujo vértice é ocupado pelo centro da articulação coxo-femural.


O cone não é nem um pouco regular, porque as amplitudes não são simétricas, são limitadas por estruturas ósseas e cartilaginosas, vemos então uma curva sinuosa que lembra uma saia de vestido de dançarinas de Cancan, passando pelo plano sagital onde efetua os movimentos de flexão e extensão, o plano frontal onde passa pelos movimentos de abdução-adução e pelo plano horizontal cruzando-o.


Vamos enumerar 8 setores (em algarismos romanos) no espaço por onde o membro inferior irá passar, podemos observar que o membro saindo da posição anatômica passará pelos quadrantes III, II, I, IV, V e VIII sucessivamente, a trajetória contorna o membro de apoio no solo, por razões óbvias, se este fosse retirado a trajetória seria levada ligeiramente para medial cruzando a linha média do corpo. A seta R que se prolonga para baixo, para frente e para fora, no desenho, no setor IV, representa o eixo de circundução do cone, que também é a posição de imobilização do quadril.


No próximo artigo vou falar um pouco sobre a articulação Coxofemoral

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© 2014 by Fisioterapeuta Lucas Job 

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